A hipertensão arterial é uma das doenças mais comuns entre a sociedade moderna, possui fatores genéticos e ambientais. Caracterizada pela elevação constante da pressão arterial, geralmente não é detectada inicialmente e pode causar conseqüências sérias, como um infarto agudo do miocárdio ou um acidente vascular encefálico.
Beta bloqueadores, como a atenolol e o propanolol, eram os fármacos mais utilizados, mas estão sendo substituídos pelos inibidores da ECA. Reduzem o débito cárdico, a secreção de renina e a atividade simpática. Geralmente são associados à diuréticos tiazídicos, como a hidroclorotiazida, para diminuir seus efeitos colaterais (brococonstrição, depressão cardíaca, bradiacardia, hipoglicemia, fadiga, extremidades frias e pesadelos).
Os fármacos de primeira escolha para hipertensão, atualmente, são os inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA), como o captopril e o enalapril. São vasodilatadores e não afetam a contratibilidade cardíaca. Seus efeitos adversos são tosse seca, hipotensão postural e hipercalemia. As sartanas, (ex. losartana e candesartana), são usadas principalmente em pacientes hipertensos jovens ou diabéticos, e têm ação semelhante a dos inibidores da ECA. São antagonistas dos receptores de angiotensina II. Não causam tosse seca.
Os antagonistas dos canais de cálcio, como a anlodipina e a nifedipina, geralmente usados e pacientes com angina. Os principais efeitos adversos são cefaléia, rubor facial e edema pré-tibial, mas há o risco de causar insuficiência cardíaca ou bloqueio cardíaco.
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