A anfotericina interfere com a permeabilidade e com as funções de transporte da membrana celular do fungo. Usada no tratamento de meningite criptocócica, infecções por Aspergillus, Candida e a maior parte dos fungos e leveduras. Causa toxicidade renal, hipocalemia, hipomagnesemia, comprometimento da função hepática, trombocitopenia e reações anafiláticas.
A nistatina é usada em infecções por Candida na pele, membrana, mucosas e trato gastrintestinal. Seus efeitos adversos são náuseas, vômitos e diarréia.
A griseofulvina interage com os microtúbulos fúngicos e interfera na mitose. Seu uso clínico se restringe a infecções dermatóficas da pele ou das unhas. Gera cefaléia, fotossensibilidade, distúrbios gastrintestinais e reações alérgicas.
As equinocandinas, (equinocandina B e caspofungina), interferem na integridade da parede celular fúngica. São usadas no tratamento da aspergilose pulmonar.
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