A lepra é causada pelo Mycobacterium leprae. A lepra paucibacilar é tratada por 6 meses com dapsona e rifampicina, já a lepra multibacilar é tratada por, no mínimo, 2 anos com rifampicina, dapsona e clofazimina.
A dapsona inibe a síntese de folato nas bactérias. Causa hemólise, febre, metemoglobinemia, anorexia, náuseas, vômitos, dermatite alérgica, neuropatia e reações lepróticas.
A rifampicina inibe a RNA-polimerase dependente de DNA nas células procariontes. Causa erupções cutâneas, febre, distúrbios gastrintestinais e lesão hepática com icterícia.
A clofazimina provavelmente age no DNA dos bacilos e possui uma ação antiinflamatória muito útil. Os efeitos adversos incluem náuseas, tonturas, cefaléia, distúrbios gastrintestinais, a pele e a urina desenvolvem uma coloração avermelhada, enquanto as lesões sofrem uma descoloração azul escura.
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