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domingo, 3 de julho de 2011

Antifúngicos sintéticos


            Os azóis inibem a conversão do lanosterol em ergosterol, o que altera a fluidez da membrana, impedindo a replicação. São usados clinicamente para tratar meningite, candidiase, aspergilose pulmonar, histoplasmose, coccidiomicose e blastomicose. O cetoconazol causa toxicidade hepática, distúrbios gastrintestinais, prurido e ginecomastia. O Fluconazol causa náuseas, cefaléia, lesões esfoliativas da pele, dor abdominal e hepatite. Os efeitos adversos do itraconazol incluem distúrbios gastrintestinais, hepatite, cefaléia, tontura, hipocalemia, impotência e reações alérgicas na pele.  O miconazol produz distúrbios gastrintestinais, prurido, discrasias sanguíneas, hiponatremia e lesão hepática.
                A flucitosina inibe a síntese de DNA nas células fúngicas. É usada em associação com a anfotericina para tratar candidiase sistêmica e meningite estreptocócica. Os efeitos adverso são: distúrbios gastrintestinais, anemia, neutropenia, trombocitopenia, alopecia e hepatite.
A terbinafina inibe a síntese de ergosterol a partir do esqualeno na parede fúngica. Administrada em infecções fúngicas ou tinhas das unhas. Provoca distúrbios gastrintestinais, erupções cutâneas, prurido cefaléia e tontura.

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